O que aconteceu na SET EXPO 2018 Deixe um Comentário

Internet das coisas, armazenamento em nuvem, inteligência artificial, conteúdo multiplataforma – as grandes tendências do universo digital estiveram em destaque na SET EXPO 2018, realizada em São Paulo entre os dias 27 e 30 de agosto. Combinando feira e congresso, a SET EXPO é considerada o maior evento de tecnologia para mídia e entretenimento na América Latina.

Reunimos alguns temas que estiveram em discussão:

Áudio imersivo: também conhecida como áudio 3D, essa tecnologia deve mudar nossa relação com aparelhos e criações audiovisuais. Por meio dela, podemos perceber a profundidade de um ruído (se longe, perto, de um lado ou de outro) e ter, por exemplo, a sensação de estar em meio à torcida de um jogo de futebol. No painel que discutiu o tema durante a SET EXPO 2018, o supervisor executivo de áudio da TV Globo, Rodrigo Meirelles, disse que a massificação do áudio imersivo será um marco equivalente ao som estéreo nos anos 80.

Realidade virtual e aumentada: eis uma tecnologia que deve ter muito impacto no universo dos games. O tema foi destaque no primeiro dia de apresentações da SET EXPO. Segundo  especialistas que discutiram o assunto, os investimentos no setor crescem de forma acelerada. Para a Singularity University, a realidade virtual deve estar consolidada no mundo dos videogames já em 2026.

Sistema 5G: tecnologia que, para muitos, vai acelerar a transformação digital, impulsionando soluções em IoT (internet das coisas) e cloud computing (nuvem). No Brasil, a previsão é de que o sistema esteja disponível na próxima década, mas, para deslanchar, fabricantes apontam que a padronização é fundamental.

Inteligência artificial: ela veio para ficar e, segundo os mais otimistas, não aumentará os índices de desemprego, mas será uma espécie de “assistente” que cuidará das tarefas mais repetitivas. Em agências de notícias especializadas no mercado financeiro, soluções em inteligência artificial já publicam sozinhas pequenas matérias com dados de fechamento de bolsas e índices.

E-sports: grandes canais de TV estão de olho nos lucrativos campeonatos de videogame, mas ainda têm dúvidas sobre como adaptar seu modelo de transmissão. “Uma partida de League of Legends não são todos que entendem, ou que assistiriam”, disse o diretor de Comunidade e Engajamento da CBDEL (Confederação Brasileira de Desportos Eletrônicos), Ronaldo Geraidine, durante um debate sobre o assunto. “Jogos da série FIFA ou NHL talvez sejam mais fáceis de adaptar. A TV precisa descobrir os melhores jogos e franquias para cativar esse público.”

 

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